Mudanças principais
Variantes detalhadas pendentes.
AS50O Airbus Helicopters AS350 B3 é um helicóptero light turbine produzido entre 1992 e 2014. Tem alcance de 357 nm, velocidade de cruzeiro de 140 kt (259 km/h), 6 lugares (inclui o piloto). Modelo fora de linha; no mercado de usados a mediana fica em torno de US$ 1.6M. No Brasil há 208 unidades registradas no RAB-ANAC. A família AS350 B2 (3 variantes) soma 466 unidades. Hoje há 13 aeronaves desta família à venda, em 13 anúncios nos portais que o Jet Tracker rastreia (mercado global, não só Brasil).
Fonte: RAB-ANAC (dados de 18/09/2026) e catálogo Jet Tracker (ficha revisada em 18/08/2026).
Índice ≈ ×1,10 a ×1,34 sobre o valor do avião, já com translado, nacionalização ANAC e ICMS.
Estimativa de mercado: valor + ferry/translado + nacionalização ANAC + ICMS, sem validação jurídica. Federais (II/IPI/PIS/COFINS) ~0% para aeronave (NCM 88.02); o peso é o ICMS estadual, mais alto no uso privado.
Operar = custo direto/hora (combustível + manutenção + motor); exclui fixos (hangar, tripulação, seguro). World ~$1,850/hr typical (Paramount Business Jets, Centurion Jets). Brazil: Flapper quoted ~R$8,400/hr (~US$1,800) for SP short-haul (2020 basis); broader BR market R$10k-15k/hr for Esquilo B2/EC130-class -> ~US$1,800-2,800 at ~R$5.4/USD.
Pre-owned AS350 B3 (AStar/Esquilo, single-turbine light). Acquisition anchored on Aircraft Bluebook Summer 2024 via AvBuyer FAQ + by-year table ($1.20M for 2000 model up to $2.10M for 2012); Controller.com 16-18 active AS350 listings $775k-$1.495M (avg ~$1.11M, skewed by older B2-era units); AvBuyer/HeliValues used range commonly $1.0M-$2.5M, pre-owned avg ~$1.9M for late B3. DOC ~ $1,070/hr from Aircraft Cost Calculator total variable $319,950 / 300 annual hrs (total all-in ~$2,304/hr incl. fixed). Brazil: new ~R$4.7M (~US$2.7M) per embarqueoficial.com.br. Production 1992-2014, discontinued (succeeded by H125).
PTAX · R$ 5,1602 / US$ · 17/09/2026
Estimativas de mercado para orientação, não constituem cotação firme. Confirme o valor com um broker/avaliador antes de qualquer transação.
O AS350 B3 é a versão de maior desempenho do Esquilo, helicóptero leve a turbina da Airbus Helicopters produzido entre 1992 e 2014 e registrado sob o código ICAO AS50. São 357 nm de alcance, 140 kt de velocidade de cruzeiro, teto de 15.100 ft e peso máximo de decolagem de 2.250 kg, com 5 ocupantes em configuração típica e até 6 assentos. O preço de referência quando novo era de US$ 2,5 milhões. No Brasil, onde o tipo é usado em transporte executivo e serviços aéreos, esta página reúne a ficha técnica, o custo operacional estimado e a frota registrada.
Configuração de fábrica típica (dado curado). O desenho abaixo é esquemático, em escala aproximada: o arranjo real varia por interior e ano.
Variantes detalhadas pendentes.
Variantes detalhadas pendentes.
Em 14 de maio de 2005, o piloto de testes da Eurocopter Didier Delsalle aterrissou um AS350 B3 modificado no cume exato do Monte Everest a 8.848 metros (29.029 ft), primeira vez na história que um helicóptero pousou no ponto mais alto da Terra. Recorde homologado pela FAI (Fédération Aéronautique Internationale) e nunca superado. O voo provou capacidade de hot/high do Arriel 2B em condições limítrofes (ar rarefeito, vento forte, temperatura -35°C). Aircraft B3 modificado com peso reduzido e equipamentos especiais.
O AS350 B3 evoluiu para AS350 B3e em 2011, adicionou MTOW aumentado para 2.370 kg, VEMD melhorado, cabine 7 PAX opcional e Arriel 2D (mesma família 2B mas otimizado). Em 2014, com a unificação da marca Airbus Helicopters (ex-Eurocopter), o AS350 B3e foi rebranded como H125. Modelo continua em produção em 2024 com 5.000+ unidades cumulativas (toda família AS350), bestseller absoluto Airbus civil.
Estimativa preliminar, refinar com dados RAB-ANAC.
AS350 B3 (variante anterior do H125, 1992-2010), frota BR significativa antes da migração pro H125. Estimativa 100-150 unidades operacionais, principalmente importadas Airbus France pre-2010. Concentração igual ao H125 (SP, RJ, MG, AM, agropecuário).
Motor Arriel 2B1, FADEC variant. Diferença vs H125 (B3e): aviônica + alguns refinamentos de cabine. Mercado pre-owned: US$ 1.5-2.5M. Operadores BR mantêm a frota AS350 B3 em paralelo ao H125 enquanto fazem upgrade gradual.
Análise completa: lista, reservas de marca, gráficos e change log no Monitor ANAC.
O AS350 B3 tem hover ceiling out-of-ground-effect de 11.880 ft com MTOW 2.250 kg, performance hot/high superior a qualquer concorrente single-turbine da categoria (Bell 407, R66, Bell 206). Operadores em mineração no Andes (Chile, Peru, Bolívia), regate alpino (Suíça, França, Itália), Heli-Ski (Canadá, Alaska) e operações em altitudes brasileiras (Brasília, BH, Goiás) escolhem B3 pela margem de segurança hot/high. Único single-turbine que opera com tranquilidade em DAs >9.000 ft.
O Arriel 2B do B3 entrega 847 shp vs. 732 shp do Arriel 1D1 do B2, diferença de 15% que se traduz em melhor performance, payload e altitude. FADEC (Full Authority Digital Engine Control) substitui controle manual, simplificando operação em altitudes/temperaturas extremas. TBO de 4.000 horas (vs. 3.500 do Arriel 1) reduz custo direto operacional. Motor mais 'easy on pilot' em hover preciso e takeoff em pistas curtas/elevadas.
Como todo AS350, o B3 é certificado VFR single-engine, fora dos requisitos Petrobras para offshore (que exige twin-engine IFR-CAT A). Mercado offshore brasileiro padronizou em AW139, S-76 e H225 desde 2010. AS350 B3 fica em utility onshore, mineração, EMS, polícia, ENG, executivo. Limitação técnica é única do single-engine, não impede operações onshore comerciais relevantes.
AS350 B3 dominou o segmento Heli-Ski mundial, operadores como CMH Heli-Skiing (British Columbia, Canada), Last Frontier (Alaska) e Heli-Ski Iceland operam frotas exclusivamente B3 em DAs até 12.000 ft. No Brasil, mineradoras Vale, Anglo American e CSN usam B3/H125 para inspeção de barragens, transporte de geólogos para minas remotas no Pará/MG/MT e suporte logístico em projetos isolados. Capacidade hot/high é decisiva.
Fontes: NTSB, CENIPA, Aviation Safety Network
Voo turístico panorâmico. Perda de controle em manobra próxima ao morro; impacto na encosta. CENIPA investigando hipóteses de microburst e settling-with-power.
Relatório oficial ↗Falha de motor em rota Campinas-São Paulo após 20 min de voo. Manutenção precária: compressor do motor não trocado desde 1988, peças vencidas, óleo não substituído há 3 anos. Pouso de emergência colidiu com caminhão no Rodoanel.
Relatório oficial ↗FALHA DO MOTOR EM VOO
COM ROTOR
PERDA DE CONTROLE NO SOLO
PERDA DE CONTROLE EM VOO
O Airbus Helicopters AS350 B3 saiu de linha, então não há preço de fábrica. No mercado de usados a mediana fica em torno de US$ 1.6M, variando conforme ano e horas de voo; veja anúncios reais na aba Mercado deste modelo.
O alcance máximo é de 357 nm (357 NM · 661 km).
A velocidade de cruzeiro é de 140 kt, o equivalente a 259 km/h.
O Airbus Helicopters AS350 B3 tem 6 lugares no total, contando o assento do piloto: até 5 passageiros.
Há 208 unidades registradas no RAB-ANAC (dados de 18/09/2026). A família AS350 B2 (3 variantes) soma 466 unidades.
125 operadores distintos operam 157 unidades do Airbus Helicopters AS350 B3 no RAB-ANAC: 42 em táxi aéreo (RBAC 135) e 115 em operação privada (RBAC 91), com concentração em SP, MG e RJ (dados de 18/09/2026). Outras 15 unidades estão em reserva de marca (matrícula reservada, ainda sem operação). Nome, frota e base de cada operador estão na aba Analytics deste modelo e no diretório de operadores.
Estimativa Jet Tracker: cerca de US$ 1.248 por hora de voo a 400 h/ano, sendo US$ 727 por hora de custo variável (combustível, programa de motor, reservas de manutenção) mais US$ 208.600 por ano de custo fixo (tripulação, hangar, seguro), nas premissas padrão do Jet Tracker (Brasil Sudeste, tripulação própria, 400 h/ano). Simule o seu cenário na aba Custos deste modelo.